Florian Karsten Typefaces

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Mariner 10 was the first spacecraft to make use of an interplanetary gravitational slingshot maneuver, using Venus to bend its flight path and bring its perihelion down to the level of Mercury's orbit. This maneuver, inspired by the orbital mechanics calculations of the Italian scientist Giuseppe Colombo, put the spacecraft into an orbit that repeatedly brought it back to Mercury. Mariner 10 used the solar radiation pressure on its solar panels and its high-gain antenna as a means of attitude control during flight, the first spacecraft to use active solar pressure control. The components on Mariner 10 can be categorized into four groups based on their common function. The solar panels, power subsystem, attitude control subsystem, and the computer kept the spacecraft operating properly during the flight. The navigational system, including the hydrazine rocket, would keep Mariner 10 on track to Venus and Mercury. Several scientific instruments would collect data at the two planets. Finally, the antennas would transmit this data to the Deep Space Network back on Earth, as well as receive commands from Mission Control. Mariner 10's various components and scientific instruments were attached to a central hub, which was roughly the shape of an octagonal prism. The hub stored the spacecraft's internal electronics. The Mariner 10 spacecraft was manufactured by Boeing. NASA set a strict limit of US$98 million for Mariner 10's total cost, which marked the first time the agency subjected a mission to an inflexible budget constraint. No overruns would be tolerated, so mission planners carefully considered cost efficiency when designing the spacecraft's instruments. Cost control was primarily accomplished by executing contract work closer to the launch date than was recommended by normal mission schedules, as reducing the length of available work time increased cost efficiency. Despite the rushed schedule, very few deadlines were missed. The mission ended up about US$1 million under budget.
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O objetivo é alcançar resultados de qualidade através de várias missões pequenas, usando menos recursos e menos tempo. Os objetos do programa são por conseguinte variados, explorando os planetas, suas luas e pequenos corpos como cometas e asteroides. Cada experimento individual é coordenado por um investigador principal, que desenvolve os objetivos científicos e os instrumentos necessários. O IP é responsável por assegurar que o custo, cronograma e os objetivos de desempenho sejam cumpridos. O programa procura manter um alto desempenho a baixo custo, no máximo 425 milhões de dólares. Nisto deve ser incluído o custo de toda a missão: concepção, desenvolvimento, veículos de lançamento, instrumentos e aparelhos espaciais, lançamento, operações de missão, análise de dados, educação e divulgação pública. O tempo de desenvolvimento da missão do começo ao lançamento pode ser no máximo 36 meses, lançando-se em tese uma missão a cada 12 a 24 meses. Discovery já lançou várias sondas, entre elas a NEAR Shoemaker, a Lunar Prospector, o Mars Pathfinder, a Deep Impact, a Stardust (sonda espacial) e a Genesis (sonda espacial). Ainda estão em andamento as missões Messenger, Dawn e Kepler. O Mars Pathfinder, mais tarde rebatizado como Carl Sagan Memorial Station, foi lançado no dia 4 de dezembro de 1996, apenas um mês após o lançamento do Mars Global Surveyor. A bordo do lander (aterrissador) seguia um pequeno rover (veículo explorador) chamado Sojourner, que executou muitas experiências na superfície marciana. Foi o segundo projeto do Programa Discovery. Esta missão foi a mais importante desde o programa Viking, e também a primeira missão bem-sucedida a enviar um rover a outro planeta. Para além dos objetivos científicos, a missão Mars Pathfinder foi também um teste para várias novas tecnologias, tais como o airbag para pouso e o contorno automatizado de obstáculos, ambos mais tarde aproveitados pelo Mars Exploration Rover.
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O programa Voyager consiste de um par de sondas, a Voyager 1 e a Voyager 2. Elas foram lançadas em 1977 aproveitando um alinhamento planetário favorável. Apesar de terem sido oficialmente planejadas para estudar apenas Júpiter e Saturno, as duas sondas foram capazes de continuar sua missão no sistema solar exterior. Ambas alcançaram a velocidade de escape do sistema solar e nunca mais voltarão, e ambas, ainda operacionais, vêm reunindo grandes quantidades de dados sobre os gigantes gasosos do sistema solar, dos quais pouco era conhecido anteriormente. Em 13 de dezembro de 2010, depois de meses à espera da confirmação dos dados, a NASA anunciou que a Voyager 1, viajando a uma velocidade de 17 km/s, havia em junho deste ano alcançado a zona de heliopausa, tornando-se o primeiro artefato humano a chegar à fronteira do Sistema Solar. No dia 12 de Setembro de 2013 a NASA confirmou que a Voyager 1 deixou portanto o Sistema Solar. O programa Viking consistiu de um par de sondas espaciais enviadas a Marte, a Viking 1 e a Viking 2. Cada veículo era composto de duas partes principais, uma projetada para fotografar a superfície a partir de órbita, e outra para estudar o planeta na superfície. A Viking 1 foi lançada em 20 de agosto, e a Viking 2, no dia 9 de setembro de 1975, ambas através de foguetes Titan III-E com estágios superiores Centaur. Os orbitadores, baseados na Mariner 9, foram criados na forma de um octágono de aproximadamente 2,5 m de diâmetro e massa total de lançamento de 2 328 kg, dos quais 1 445 kg eram carburante e gás de controle de altitude. Os objetivos principais dos orbitadores Viking foram o transporte das sondas de superfície a Marte, a realização do reconhecimento de locais de possível pouso, a atuação como ponte de comunicação para as sondas de superfície e a realização de suas próprias investigações científicas. Os landers (veículos de solo) pesavam cerca de 650 kg, incluindo combustível e equipamentos para estudos biológicos, químicos, geológicos, meteorológicos e outros, além de enviarem mais de 57 mil fotografias da superfície marciana.

FK Raster Roman is a pixel-based serif typeface, sharpest at the 12-pixel size. Its Compact variant partially abandons the pixel grid and serves as a tightly spaced display typeface, carefully kerned to leave no superfluous gaps. The variable font smoothly transitions between sharp, pixelated form to completely rounded shapes, creating strong contrasts between the two states.

FK Raster Roman supports Latin Extended-A character set (i.e. Western European, Central European and Southeastern European languages) and several OpenType features. For complete specs see typeface specimen.

  • Designer

    Květoslav Bartoš

  • Publisher

    Florian Karsten Typefaces

  • Release date

    September 2020

  • Version

    1.0.0 (September 2020)

  • Formats

    Static (OTF, TTF, WOFF, WOFF2), Variable (TTF, WOFF, WOFF2)

  • Glyphs

    484

  • OpenType features

    Standard Ligatures, Case Sensitive Forms, Fractions, Numerators, Denominators, Scientific Inferiors, Superscript, Subscript, Oldstyle Figures, Lining Figures, Proportional Figures, Tabular Figures, Slashed Zero

  • Language support

    Afrikaans, Albanian, Asturian, Azerbaijani, Basque, Bemba, Bosnian, Breton, Catalan, Cornish, Croatian, Czech, Danish, Dutch, English, Esperanto, Estonian, Faroese, Fijian, Filipino, Finnish, French, Frisian, Friulian, Galician, Ganda, German, Hungarian, Icelandic, Indonesian, Irish, Italian, Kinyarwanda, Klingon, Latvian, Lithuanian, Luxembourgish, Makhuwa, Maltese, Norwegian, Polish, Portuguese, Romanian, Romansh, Sango, Scottish Gaelic, Serbian, Shona, Slovak, Slovenian, Somali, Spanish, Swahili, Swedish, Swiss German, Turkish, Uzbek, Welsh, Zarma, Zulu

  • Licensing

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